Pré-Projeto de Pesquisa Pronto

Então você está nesta fase tão importante da construção de um TCC e procura um Pré-Projeto de Pesquisa Pronto para se basear? Trago neste artigo um exemplo comentado parte a parte, (+ 65 exemplos prontos) que vão te ajudar a escrever o seu, esteja você fazendo um pré-projeto de TCC, anteprojeto ou ainda projeto de pesquisa (como denominam as instituições) em qualquer área.

Para um Pré-projeto de TCC Pronto, seja ele de monografia ou qualquer outro tipo de TCC, você pode utilizar a mesma base que apresento abaixo, ok? Ah, e o modelo que trago é de um pré-projeto de pesquisa em Pedagogia, mas com os comentários de cada item você conseguirá adaptar para sua área de formação.


Esteja você fazendo graduação ou uma pós-graduação (especialização) a base é a mesma.

Outro ponto importante deste artigo é que você vai encontrar links que vão te ajudar a desenvolver os pontos do seu projeto. Aproveite.

 

Pré-projeto de TCC Pronto
Um pré-projeto é um cartão de visita de monografias, TCCs, artigos acadêmicos, dissertações de mestrado, teses de doutorados e qualquer outro trabalho que precise do rigor científico

 
 

Porque escrever um pré-projeto de pesquisa?

O pré-projeto de pesquisa é uma importante parte da produção científica e podemos dizer que ele é como um cartão de visita de monografias, TCCs, artigos acadêmicos, dissertações de mestrado, teses de doutorados e qualquer outro trabalho que precise do rigor científico, funcionando como um roteiro para a elaboração de pesquisas.

O Pré-projeto de Pesquisa Pronto que está abaixo apresenta muito bem a ideia da elaboração do TCC que será desenvolvido, e saiba, é de grande importância a boa construção de um anteprojeto deste (claro, na sua área) pois você entende sua pesquisa, sabe o rumo que ela vai tomar, sem contar que com este pré-projeto pronto, a introdução do seu TCC, de sua pesquisa propriamente dita, estará praticamente escrita! Arrisco a dizer mais da metade dela já estará pronta.

 

O que há de tão particular em um anteprojeto de pesquisa?

Uma das principais funções da universidade é, sem sobra de dúvidas, a produção de conhecimento. Eu sei que talvez você não tivesse essa noção quando viu o tão sonhado aprovado escrito ao lado do seu nome no resultado do vestibular ou quando você se inscreveu em uma pós-graduação.

Ao longo da sua graduação você foi estimulado a fazer várias pesquisas, mas não uma pesquisa comum e sim, uma com rigor acadêmico, com normas específicas e métodos pré-estabelecidos, além, é claro, de uma finalidade muito importante.

E aí surge o Pré-projeto de Pesquisa.

Você já deve ter ouvido o seu professor pedir um trabalho para a sua turma e ao final de passar a tarefa disse: Turma, quero o trabalho no formato da ABNT.

Para nossa sorte, existe um manual que ajuda a criar um padrão para a apresentação de futuros estudos científicos. Imagine só, se cada instituição ou pessoa resolvesse fazer do jeito dela. Seria uma bagunça! Não é mesmo?

É isso que farei hoje! Vou te apresentar um Pré-projeto de Pesquisa Pronto em Pedagogia, dentro das normas para você adaptar a sua área de formação.

Para acessar o conteúdo completo deste artigo, acesse: https://alunoexpert.com.br/pre-projeto-de-pesquisa-pronto/

 

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Brasileira estuda espaço domiciliar no Egito Antigo

Egiptóloga brasileira Thais Roch

Em doutorado na Universidade de Oxford, a egiptóloga brasileira Thais Rocha questionou a noção de ‘casa’ aplicada a vilas de trabalhadores do Egito Antigo. Ela participou de estudo de campo na vila Amarna, onde os locais de convivência também eram entendidos como residência.

São Paulo – Dos sonhos da infância até pisar em solo egípcio pela primeira vez, a egiptóloga brasileira Thais Rocha (foto acima) percorreu um longo caminho. “O interesse sobre o Egito sempre existiu, desde criança. Fui muito abençoada porque minha família sempre me incentivou. Fiz o curso de História porque no Brasil não existe egiptologia em nível de graduação”, contou ela em entrevista à ANBA. Rocha concluiu em fevereiro deste ano seu doutorado na Universidade de Oxford, na Inglaterra, e faz questão de não glamourizar a profissão. “Algumas pessoas me perguntam qual o ‘caminho das pedras’. Mas não há uma resposta. Eu dei aula de História para Ensino Médio durante muito tempo, trabalhei também no Masp (Museu de Arte de São Paulo), para poder me manter mesmo. Trabalhar com pesquisa no Brasil não é fácil”, destacou.

Ela concluiu a graduação em História em 2001 e ingressou em 2010 no Mestrado em Estudos Judaicos e Árabes, ambos na Universidade de São Paulo (USP). Quase uma década se passou entre um curso e outro, período no qual Rocha trabalhou em outras instituições e continuou assistindo aulas e estudando temas ligados à antropologia. Quando ingressou no mestrado, Rocha passou a se debruçar sobre um tema que a acompanha até hoje, o estudo do espaço doméstico no Egito que vivia sob domínio grego, no chamado período helenístico. “O espaço da casa é tão óbvio porque é a primeira experiência que você tem. Mas justamente por ser tão óbvio não se questiona”, pontuou.

Durante o mestrado ela explorou, ainda, um recorte mais específico: o de gênero. “Fiz dissertação sobre cartas de mulheres egípcias. Sempre achei as cartas muito pessoais, quase como se pudesse ouvir o sujeito. Estamos falando da elite, é uma camada social que tinha acesso à leitura. A mulher tinha muito mais espaço de ação social do que imaginamos para a época”, explicou ela.

Para além de questionar o olhar lançado sobre as mulheres egípcias do período, a pesquisadora passou a rever a definição de casa para aquela sociedade. Assim, Rocha terminou o mestrado não com uma afirmação, mas com uma nova dúvida. “Comecei a pensar o que era esse espaço doméstico, não apenas no período helenístico. Muitas pessoas falam sobre como a mulher ocupava o espaço da casa. Mas ninguém fala sobre como eram as casas egípcias”, afirmou a egiptóloga.

Para explorar a questão, a brasileira teve apoio de pesquisadores que havia conhecido ainda antes de dar início ao mestrado. “Quando estive na Inglaterra e Chicago, pude fazer pesquisas e me apresentei ao time de egiptólogos. Foi impressionante a generosidade dos professores na Inglaterra. No Brasil, continuei me correspondendo com eles. Durante o mestrado, conheci uma das minhas orientadoras, a Elizabeth [Frood, da Faculty of Oriental Studies], que me falou sobre me inscrever para o doutorado. Pensei que ela estava sendo simpática, mas quando acabei o mestrado ela me cobrou e eu pensei: Vamos lá!”.

O curso em Oxford, no entanto, também teve seus percalços. Na primeira tentativa, em 2014, a brasileira foi aceita, mas não conseguiu bolsa. “Imagina a frustração. Ser aprovada em um centro de excelência como esse e não conseguir ir. Tentei patrocínio e não consegui. Perdi a vaga e tive que fazer de novo. E a vida tem coisas que não esperamos porque no ano seguinte saíram 3 bolsas, e pude até escolher”, contou ela, que teve na bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em seu período em Oxford.

No decorrer dos quatro anos de doutorado, outras dificuldades como o adoecimento da orientadora fizeram com que Rocha precisasse de outra professora para apoiá-la durante essa ausência, e ela conheceu Linda Hulin, da School of Archaeology. “Por fim, Elizabeth voltou e eu pude contar com essas duas orientadoras, uma referência em egiptologia e outra em arqueologia”, relembrou.

A pesquisadora então começou analisando duas vilas de trabalhadores do Egito, Deir el-Medina e Amarna. Mas conforme os estudos foram se tornando mais profundos, ela decidiu se dedicar somente a Amarna. A vila foi escavada em 1921 e 1922 e, mais atualmente está sob os trabalhos do Amarna Project, que é englobado por universidades como a de Oxford. Em seu segundo ano de doutorado, Rocha, que ainda não tinha tido a oportunidade de ir ao Egito, pediu para visitar o trabalho do projeto na vila. “Perguntei para a vice-diretora e acabei integrando a equipe! É um dos maiores projetos que escava e estuda a arqueologia e história de Amarna há pelo menos 40 anos”, explica ela, que segue membro do Amarna Project.

A brasileira participou dos trabalhos de campo no Egito por dois meses em 2017 e mais um mês em 2018. “Tive muito apoio dos pesquisadores. Isso foi importante porque você consegue conversar com os profissionais. O espaço de Amarna é o melhor lugar para estudar casas no Egito”, contou ela.

A casa nos espaços comuns


A vila em Amarna era formada por trabalhadores assalariados no período do faraó Akhenaton, mas ficou ocupada por apenas 20 anos. O estudo de Rocha apontou que as vilas eram criadas pelo estado egípcio. “O estado fornecia material e plano inicial [para construção] e, muito provavelmente, as pessoas terminavam suas casas. As vilas eram mantidas pelo estado, que fazia delivery de água, comida, ferramenta. O assentamento era um grande espaço doméstico. A vila era como uma casa, um espaço de convívio. Esse arranjo de espaço funcionava de modo semelhante às casas das elites. Como as casas são pequenas na vila de trabalhadores, eles criam espaços comuns”, revelou a egiptóloga.

Assim, a definição de casa naquela sociedade seguia em espaços ampliados. “Vemos que a experiência de espaço doméstico dessas populações é muito mais do lado de fora da casa do que dentro. A questão do gênero também passa pela minha pesquisa, embora não seja o carro-chefe, é um dos recortes”, afirmou a pesquisadora.

Segundo ela, os trabalhadores tinham as áreas de suas casas demarcadas desde o início da vila, cuja primeira construção era o muro que a cercaria. Assim, os moradores precisavam se organizar e ter atividades como a criação de animais e mesmo espaços religiosos do lado de fora destes muros. “Isso abre espaço para outra pergunta: o modelo aparece em que período? Será que aparece em outros sítios arqueológicos?”, questiona, lembrando que a noção de casa vai depender de variáveis como período histórico, localização e cultura. “O espaço mais privado do sujeito [no Egito Antigo] é o deserto. É onde está sozinho. E o espaço da casa é aquele compartilhado”, destaca.

Agora os planos da brasileira são descobrir se esse modelo de moradia se aplica a outros sítios no próprio Egito. Em uma parceria com a orientadora de Oxford, Thais Rocha estuda como viabilizar esse projeto futuro. No presente, ela comemora a melhora que tem visto no campo de estudo da egiptologia no Brasil. “De 10 anos para cá, isso melhorou muito. Tenho colegas que conseguem estudar fora, ou fazem mestrados e doutorados sanduíches, que têm essas oportunidades. Que bom que melhorou”, diz ela, que acredita no potencial que o incentivo de bolsas de pesquisa como a CNPq trará à vida profissional dos futuros pesquisadores.

Matéria Original em: https://anba.com.br/brasileira-estuda-espaco-domiciliar-no-egito-antigo/

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

Pesquisa monitora mamíferos e incentiva a conservação da Reserva Biológica Serra dos Toledos (MG)

Área da Reserva Biológica Serra dos Toledos em Itajubá (MG)

Projeto realizou palestras e oficinas em escolas de Itajubá; veja as imagens gravadas no levantamento.

Durante quase três anos, a rotina da bióloga Talita Nazareth de Roma se tornou uma verdadeira saga em busca do título de mestrado em Meio Ambiente e Recursos Hídricos. Vivendo na cidade de Inconfidentes (MG), uma viagem de quase duas horas era o que a aproximava de sua pesquisa que envolvia a educação ambiental e a conservação da natureza, pela Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI). Mas a travessia ainda era mais longa: de uma hora a trinta minutos de carro e mais uma caminhada de duas horas até que pudesse iniciar os trabalhos na Reserva Biológica Serra dos Toledos em Itajubá (MG).

Esse refúgio de Mata Atlântica, localizado na região Sul de Minas Gerais, possui mais de mil hectares e se destaca pela riqueza de recursos hídricos e diversidade de espécies exclusivas do Brasil. Já habituada em trabalhar com mamíferos e capaz de identificá-los pela visualização, pegadas e vocalização, Talita decidiu analisar a presença desses animais no local. “Eles são bioindicadores de qualidade ambiental e os carnívoros, por serem topo da cadeia alimentar, fazem a regulação do ecossistema”, destaca.

Auxiliada também por Daniela Rocha Teixeira Riondet-Costa, sua orientadora no mestrado, pelo professor Leonardo Frasson dos Reis e pelo engenheiro agrônomo Diogo Lopes, a bióloga analisou a ocorrência dos mamíferos na área através de alguns recursos. “Ao todo, foram 8 armadilhas fotográficas e, primeiro, fizemos um levantamento de locais onde haviam trilhas de animais, regiões onde eles bebiam água e áreas próximas à árvores frutíferas e lá fizemos as instalações”, comenta Talita.

As imagens obtidas correspondem a uma cobertura de pouco mais de 2% da Reserva e, mesmo assim, surpreenderam pela riqueza e diversidade de espécies levantadas. “Principalmente a quantidade de felinos! Observamos jaguatirica, onça-parda, gato-do-mato... e todos estão na lista de espécies ameaçadas”, ressalta a pesquisadora que analisou registros feitos por quase oito meses.

Analisar a quantidade de espécies e verificar a lista de ameaças a elas era uma parte do projeto. Com os dados em mãos, as fotos, os vídeos e a vocalização dos animais se tornaram ferramentas para sensibilizar os cidadãos sobre a área. “Levamos isso para a população através de palestras, oficinas e aulas práticas. Queríamos sensibilizar ao máximo com o tato, a visão, a audição”, conta a bióloga.

Além da apresentação dos arquivos em praças e até de entrevistas em rádios sobre o assunto, a pesquisa envolveu quatro escolas de Itajubá e realizou um experimento interessante. Duas turmas de Ensino Médio foram dispostas a poucos estímulos e outras duas, além das palestras, aprenderam a fazer contramoldes de pegadas, a identificar a vocalização dos animais e até passaram por simulações em campo.

Com resultados de questionários foi possível notar a diferença de sensibilização entre as classes analisadas e até as variações nas respostas antes e depois da passagem do projeto. “As pessoas começaram a fazer a interação entre a ciência e suas vidas e o que mais me surpreendeu foi notar que, ao final da pesquisa, elas percebiam que eram parte da natureza”, destaca a Mestre em Meio Ambiente e Recursos Hídricos que trabalhou com mais de 280 alunos.

Embora essa etapa dos estudos tenha sido finalizada, Talita já vislumbra conseguir registrar onças-pintadas na região e até, futuramente, monitorar toda a área com o uso de equipamentos mais sofisticados. Mas, desde já, garante algumas certezas. “Eu pretendo fazer minha tese de doutorado na Serra dos Toledos e incorporar outras Unidades de Conservação em outros biomas também”, finaliza.

Matéria completa em : https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2020/07/29/pesquisa-monitora-mamiferos-e-incentiva-a-conservacao-da-reserva-biologica-serra-dos-toledos-mg.ghtml

sábado, 15 de agosto de 2020

UTFPR abre inscrições para mestrado

UTFPR - inscrições para Mestrado

O Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção e Sistemas (PPGEPS), da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Câmpus Pato Branco, tornou público o Edital Nº 04/2020-PPGEPS-PB, que dispõe sobre a seleção para ingresso de acadêmicos na nova turma 2021/1. As inscrições transcorrerão de 28 de julho a 28 de agosto de 2020.

O PPGEPS tem por objetivo promover a capacitação para atividades de pesquisa e geração de conhecimento, na área de Engenharia de Produção e Sistemas, por meio da incorporação do método científico. Podem se inscrever interessados graduados em qualquer área do conhecimento.

Serão ofertadas 15 (quinze) vagas, distribuídas conforme as linhas de pesquisa: 7 (sete) vagas para Modelos e métodos de suporte à tomada de decisão; e 8 (oito) vagas para Engenharia organizacional e do trabalho.

As inscrições são gratuitas e transcorrerão até o dia 28 de agosto de 2020, e devem ser feitas exclusivamente pelo site do PPGEPS, através do preenchimento e submissão eletrônica do formulário online, podendo também consultar o Edital Nº 04/2020-PPGEPS-PB.

Outras informações podem ser obtidas na página do PPGEPS ou junto à secretaria do Programa, pelo e-mail ppgeps-pb@utfpr.edu.br.

O resultado final do processo de seleção será divulgado no dia 15 de dezembro de 2020, sendo que as aulas terão início conforme calendário a ser divulgado.

Fonte de informaçãohttps://diariodosudoeste.com.br/pato-branco/utfpr-abre-inscricoes-para-mestrado/

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Após ameaça de suspensão de bolsas na BA, pesquisadores adaptam projetos à pandemia



A maioria dos pesquisadores das universidades estaduais da Bahia com bolsas concedidas pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) se adaptou à pandemia. Reitores e pro-reitorias de Pesquisa e Pós-Graduação das universidades submeteram à fundação, até a semana passada, relatórios sobre o andamento dos projetos de pesquisa, após uma solicitação por meio de ofício.

No início do mês o ofício foi enviado às instituições solicitando que as universidades informassem o status de suas pesquisas em curso. O objetivo era, de acordo com a Fapesb, identificar a possibilidade de "desvio de finalidade" no pagamento de bolsas durante a pandemia, a parir de um parecer Procuradoria de Controle Técnico (PCI), órgão da Procuradoria Geral do Estado (PGE). Com isso, havia a possibilidade de pesquisadores, tanto de Iniciação Científica (IC), quanto de mestrado e doutorado de todo o estado, ficarem sem suas bolsas.

O diretor da fundação, Márcio Costa, revelou que a papelada ainda será analisada criteriosamente, mas, de modo geral, a maioria dos projetos foi mantida e adaptada para se enquadrar e respeitar as limitações impostas pela pandemia do novo coronavírus.

A Fapesb indicou três status em que os projetos deveria ser classificado. Cada uma das situações contava com uma determinação para o futuro do pagamento das bolsas aos pesquisadores. De acordo com Márcio Costa, a maior parte dos projetos dos bolsistas da Fapesb foi enquadrado na classificação três.

Nesse status deveriam ser colocados os projetos em que as atividades de pesquisa não se encontram totalmente interrompidas, com a realização de atividades virtuais ou em ambiente que não permita aglomeração. Nesse caso as bolsas devem ser mantidas.

Nas outras duas classificações o pagamento aos pesquisadores seria suspenso totalmente ou temporariamente. Na primeira se enquadrariam as pesquisas com impedimento total de execução em meio à pandemia e que também não poderiam ser retomadas no futuro. "Nesse caso, entende a PCT/PGE, a bolsa deve ser cancelada". Enquanto a segunda situação enquadrava o projeto que não está sendo realizado no momento, mas poderia ser retomado. Nesse caso, o documento indicava que o pagamento da bolsa deveria ser suspenso e retomado quando houver condições para a realização das atividades.

A Fapesb concede 1,3 mil bolsas de Iniciação Científica (IC), em que os alunos recebem R$ 400, 1.185 bolsas de mestrado no valor de R$ 1,5 mil, e 1.029 bolsas de doutorado com valor de R$ 2,5 mil.

Na época em que o ofício foi enviado, a Fapesb explicou que as bolsas de IC, mestrado e doutorado ofertadas possuem objetivos específicos, seja para inserir o aluno de graduação no mundo científico ou para auxiliar na formação de futuros cientistas. "Assim sendo, caso as atividades para a qual se destinam não estejam sendo desenvolvidas, as mesmas perdem a sua característica, transformando-se apenas em assistência estudantil e, portanto, desviada da sua finalidade", diz o texto.

Matéria Original em: https://www.bahianoticias.com.br/noticia/251167-apos-ameaca-de-suspensao-de-bolsas-na-ba-pesquisadores-adaptam-projetos-a-pandemia.html

sábado, 8 de agosto de 2020

Novo Minter/Mestrado Interinstitucional em direito PUCRS/UNDB



O Direito e suas teorias, teses e práticas avançam na velocidade da evolução da sociedade e para manter-se atualizados os profissionais da área precisam estar sempre buscando novos conhecimentos em programas renomados; como os Cursos de Direito oferecidos pela PUCRS, que possui programas de Graduação e Pós- Graduação reconhecidos e premiados.

E a partir do próximo mês de setembro, os profissionais do Maranhão que buscam implementar seus conhecimentos em Direito poderão usufruir de um programa que une a UNDB Centro Universitário e a PUC do Rio Grande do Sul. Juntas, as instituições que são referência em educação assinam o Mestrado Interinstitucional (MINTER) em Direito PUCRS/UNDB. Vale lembrar que a UNDB possui o 2º Melhor Curso de Direito do Brasil na Avaliação do ENADE/MEC. Já a Escola de Direito da PUCRS é a Melhor Pós-Graduação do Brasil na avaliação da CAPES.

Trata-se de um dos mais renomados programas de especialização da área, que foi criado para atender as necessidades de diversos profissionais que agora poderão estudar sem a necessidade de sair de São Luís. O curso Stricto Sensu é aprovado e recomendado pela CAPES e estruturado com foco na relação entre a teoria e a prática. Ao longo do programa, as questões contemporâneas da ciência jurídica serão problematizadas e investigadas sob uma perspectiva que dialoga diretamente com a realidade jurídica e social na qual os profissionais do Direito atuam cotidianamente.

As aulas do MINTER PUCRS / UNDB serão presenciais e acontecerão na UNDB, com os professores das duas instituições.  A previsão é que as mesmas aconteçam às quintas, sextas e sábados a cada 15 ou 20 dias, conforme cronograma de aulas e disciplinas. Além da oportunidade inédita das qualificação com a PUC do Rio Grande do Sul e suporte acadêmico da UNDB, o programa ainda proporcionará o contato e o relacionamento com alguns dos maiores juristas do país que atuarão como professores; além da abertura de novas oportunidades profissionais em áreas como docência e pesquisa.

Estarão no corpo docente do programa alguns dos mais relevantes juristas brasileiros: Dr. Eugênio Facchini Neto, Des. do Tribunal de Justiça e docente da PUCRS, que vai ministrar a disciplina Direito Civil e Sociedade; Dr. Thadeu Weber, Doutor em Filosofia que vai ministrar a disciplina Teoria da Justiça; Dr. Ricardo Lupion, que vai ministrar a disciplina Empresa e Ordem Econômica; Dr. Juarez Freitas, Pres. do Conselho Científico do Instituto Brasileiro de Altos Estudos de Direito Público, que vai lecionar Hermenêutica Jurídica Contemporânea; Dr. Adalberto Pasqualoto, que vai ministrar a disciplina Tópicos Avançados de Direito do Consumidor; Dr. Ney Bello, Desembargador Federal e Diretor do Curso de Direito da UNDB que vai ministrar a disciplina Direitos Sócioambientais entre outros renomados nomes.

O processo seletivo será composto por entrevista e defesa do anteprojeto e as aulas iniciarão no próximo mês de setembro; as inscrições já estão abertas até 20.08. Vale lembrar que os mestrados interinstitucionais são modalidades de Projetos de Cooperação entre instituições para a qualificação de profissionais de nível superior. Eles consistem em turmas temporárias conduzidas por uma instituição promotora que nesse caso será a UNDB. E o programa será do tipo pós – graduação strictu sensu (PSG) obrigatoriamente nacional e reconhecido pela Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CES/CNE) e homologado pelo Ministério da Educação. Entre os objetivos desse programa estão a formação de mestres fora dos centros consolidados de ensino e pesquisa para a atuação na docência e/ou pesquisa, a qualificação de profissionais para a atuação no mercado de trabalho, bem como o atendimento a demandas sociais, profissionais, técnicas e tecnológicas das organizações públicas ou privadas.

Esse será um curso de Mestrado Acadêmico, que se destina à formação de professores e profissionais voltados ao desenvolvimento da pesquisa científica além do fomento à inovação, por meio do desenvolvimento de habilidades que levem à produção de novas técnicas e processos. O programa terá como áreas de concentração: Fundamentos Constitucionais do Direito Público e Privado e Teoria Geral da Jurisdição e Processo. O candidato devera optar por uma dessas áreas no ato da inscrição no processo seletivo; que contará com defesa de anteprojeto, entrevista e avaliação de currículo (lattes).

O MINTER em Direito da PUCRS / UNDB terá dois Coordenadores: O Prof. Dr. Ingo Sarlet que coordena os programas de Pós – Graduação em Direito – Mestrado e Doutorado da PUCRRS; e a profa. Dra. Amanda Thomé, Pós- Doutora em Direito, Vencedora do Prêmio CAPES de Tese 2017 e Professora Titular da UNDB.

“É com grande satisfação que anunciamos essa parceria com a UNDB, instituição com a qual já temos uma parceria bem ativa; e temos certeza de que iremos agregar muito valor ao mercado com nosso programa Nota 6 pela CAPES e também com docentes altamente qualificados, com grande produção e prestígio e dispostos a dar tudo de si nesse MINTER em Direito da PUCRS/UNDB”, enfatizou o Prof. Dr. Ingo Sarlet.

O processo seletivo e matrículas já estão abertos. Mais informações: undb.edu.br/mestradodireito 

Matéria original em: https://omaranhense.com/novo-minter-mestrado-interinstitucional-em-direito-pucrs-undb/

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Comprar TCCs e acusações de plágio no meio Acadêmico

Toda instituição tem suas regras e códigos de conduta quando o assunto é trabalhos acadêmicos. Tanto no que se refere a produção de TCCs (monografias e projetos de pesquisa) quanto a pesquisas realizadas no curso da graduação, por exemplo.

Essas regras tendem a controlar e dar bom andamento as atividades universitárias, promovendo integridade do que é produzido no âmbito educacional.

Porém, as fraudes existem. Diga-se plágios e uso de informações de outros em trabalhos apresentados dentro das universidades como únicos e originalmente produzidos por seu alunado.

O plágio como conhecemos e realmente uma prática que gera danos ao desenvolvimento do aluno, assim como à produção científica, uma vez que não gera conhecimento e dá um aproveitamento irregular de ideias desenvolvidas por outros.

E claro, o escopo das universidades é a produção de trabalhos e pensamentos dentro dos padrões científicos.

Copiar e comprar trabalhos prontos é crime?

Copiar ideias de outros entra na questão legal do plágio. E Universidades têm formas diferentes de agir quando o aluno é descoberto. Muitas vezes o aluno é suspenso sem aviso ou qualquer outra forma de negociação.

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Como não cometer o tão temido plágio?

As formas de Citação direta e citação indireta são os caminhos claros de que o aluno pesquisou de outra fonte e aplicou em seu trabalho a correta maneira de indicar que assim foi feito.

Existem algumas maneiras de fazer as citações dentro dos padrões ABNT. E você pode conhecer estas regras em nosso site AlunoExpert (deixaremos o link no final deste artigo).

Citação direta

A citação textual (ou citação direta) é uma forma de apresentar ao leitor a fonte da informação: você já deve ter visto em material jornalístico.

É uma maneira de apresentar as ideias de outros de idêntica ao original. Como copiado e colado. Assim, a citação é apresentada para o leitor do trabalho entre aspas, e claro, com a indicação obrigatória da fonte original.

Citação Indireta

A indireta é outra maneira de apresentar uma ideia “copiada”. Na verdade essa apresentação é uma paráfrase.

Acontece quando escrevemos com as nossas palavras o que o autor pensa sobre determinado assunto.

Esta forma de citação, deixa o texto mais claro com a linguagem da publicação, da pesquisa e apesar de estar com nossas palavras, não é plágio.

Mas atenção, é obrigatória a apresentação da fonte. Pois sem ela, o aluno se apropria das ideias de outro autor, o que é plágio.

Comprar TCC pronto pode?

Assim não é possível a produção acadêmica sem dispor de fontes. Alunos produzem em cima de outros trabalhos e isso não é plágio.

Comprar TCCs prontos, assim como adquirir monografias ou mesmo pesquisá-las em banco de dados das universidades é aceitável, desde que as fontes sejam citadas.

Então posso comprar um trabalho pronto? Sim e Não.

Vamos por partes: você já sabe que deve citar fontes e usar com inteligência as informações de outros autores. Assim, é possível e permitido você “comprar um TCC” que lhe sirva como base para a sua própria produção.

Muitos alunos compram monografias prontas ou pegam TCCs inteiros na internet e as apresentam como suas. Isso é incorreto.

Se você pesquisa no Google, trabalhos acadêmicos sobre seu tema e a partir deles tem fontes de pesquisa, autores que falaram sobre seu tema e quer usá-los em sua pesquisa, tudo bem. Desde que quando for apresentar ideias de outros autores os cite. Entende?

Também não é permitido que você copie toda uma pesquisa, ou seja, todas as ideias desta (tema, objetivos, etc) e diga que são suas.

Porém você pode desenvolver sua pesquisa se baseando em outra: seu tema, suas justificativas, etc pesquisando na internet ou adquirindo um TCC que lhe sirva de norte, de rascunho para escrever sua própria pesquisa. É o que é discutido neste artigo sobre comprar TCC: https://alunoexpert.com.br/comprar-tcc-seguranca-e-custo-de-um-tcc-pronto/.

Entende como as ideias do desenvolvimento, do projeto de pesquisa devem ser seus? Do contrário você está somente reescrevendo a ideia da pesquisa de outros, o que não há ganho nenhum de conhecimento e geração de ideias novas.

Texto Original publicado em: https://medium.com/@prof.fabiofross/comprar-tccs-e-acusações-de-plágio-no-meio-acadêmico-94b17911e0f6

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Mestrado acadêmico em Sistemas Agroindustriais da UFCG oferta 20 vagas

UFCG

A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) realizará de 05 a 14 de agosto as inscrições para o Programa de Pós-graduação em Sistemas Agroindustriais, mestrado acadêmico, que é ofertado no Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar (CCTA), campus Pombal.

São oferecidas 20 vagas distribuídas entre ampla concorrência e para cotas de pessoas negras, quilombolas , indígenas e com deficiência.

O programa possui áreas de Concentração em Ciência e Tecnologia Agroindustriais e em Ciência e Tecnologia Ambiental, com linhas de pesquisa em Sistemas Agropecuários, Sistemas Agroalimentares, Agroecologia e Sustentabilidade Ambiental e Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental.

Os interessados deverão realizar a inscrição online através do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) – https://pra.ufcg.edu.br/sei-ufcg.html. É preciso fazer um cadastro prévio no SEI solicitando acesso para usuários externos.

A seleção será feita mediante análises do Histórico Escolar, das Cartas de Recomendação, Curriculum Lattes, além de entrevista e prova de títulos.

Para mais informações, acesse o edital.

Confira todos os editais de Pós-graduação da UFCG no site da PRPG.

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

UFPB lança edital com auxílio de R$ 200


Oportunidade é destinada a estudantes dos cursos de mestrado e doutorado nos quatro campi da instituição.


A Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PRPG) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) lançou um edital para auxílio de R$ 200,00 destinado à inclusão digital de estudantes dos cursos de mestrado e doutorado nos quatro campi da instituição.

Interessados devem se inscrever no período de 3 a 10 de agosto, pelo Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa). Não há limites de vagas. Para realizar as inscrições, os estudantes devem atentar apenas aos requisitos do processo seletivo.

Os candidatos ao auxílio não podem ser bolsistas em cursos de mestrado ou doutorado, nem receber bolsas de pesquisa ou extensão, e têm de estar matriculados (com declaração de matrícula) em componentes curriculares ofertados de forma remota na pós-graduação stricto sensu da UFPB.

Além disso, os estudantes devem comprovar necessidade socioeconômica, por meio da confirmação de renda familiar per capita bruta igual ou inferior a 1,5 salário mínimo. Na constatação, o valor total dos rendimentos da família será dividido pelo número de dependentes.

O auxílio inclusão digital será concedido em parcela única. Tem o objetivo de contribuir para que os estudantes possam adquirir pacotes de dados, ou equivalentes, e desenvolver as atividades necessárias no ensino remoto.

A intenção do programa de auxílio emergencial é garantir o acesso à internet e facilitar a participação integral dos estudantes nas atividades acadêmicas desenvolvidas de forma remota.

O período de avaliação das candidaturas ao recebimento do auxílio será de 11 a 17 de agosto. O setor de Serviço Social da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da UFPB é quem fará a avaliação socioeconômica da candidatura e emitirá o parecer.

Os nomes dos selecionados serão divulgados, após os recursos, no dia 2 de setembro. As assinaturas dos termos de compromisso dos estudantes ocorrerão de 3 a 6 de setembro e o recebimento do auxílio se dará no dia 7 de setembro.

Originalmente publicado em: http://www.portalt5.com.br/noticias/paraiba/2020/8/354868-ufpb-lanca-edital-com-auxilio-de-r-200-veja-quem-pode-participar

Bolsa de estudos de até 2.770 Euros mensais na Alemanha para jovens brasileiros




Mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus, a Fundação Alexander von Humboldt decidiu manter o processo de seleção para a edição 2020/2021 da Bolsa Chanceler Alemã para Futuros Líderes do Brasil (German Chancellor Fellowships for prospective leaders from Brazil). O projeto conta ainda com o apoio da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha de São Paulo (AHK São Paulo) e do Consulado Geral da Alemanha em São Paulo.

O programa é uma oportunidade única para jovens talentos brasileiros, que, além de impulsionarem suas carreiras, recebem um incentivo financeiro para capacitação profissional e pessoal na Alemanha, país detentor de importantes e renomadas universidades, tecnologias e mestres.

No dia 5 de agosto, às 10h, o Responsável pelo Departamento de Seleção da Fundação Alexander von Humboldt, Dr. Damian Grasmück, participará de uma live no Youtube da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo para apresentar mais detalhes sobre o programa e esclarecer as principais dúvidas sobre o processo de seleção. Interessados podem se inscrever clicando aqui. A live acontecerá em inglês.

As inscrições para a Bolsa Chanceler Alemã para Futuros Líderes já estão abertas e vão até o dia 15 de setembro. Mais informações sobre o programa Bolsa Chanceler Alemã estão no site da Fundação Alexander von Humboldt: http://www.humboldt-foundation.de/web/german-chancellor-fellowship.html

Sobre a Bolsa Chanceler Alemã para Futuros Líderes:


O programa German Chancellor Fellowship é destinado a jovens pesquisadores do Brasil, da China, da Índia, da Rússia e dos Estados Unidos. A iniciativa da Fundação Alexander von Humboldt (AvH) concede ainda os futuros líderes a oportunidade de realizarem um projeto de pesquisa sobre questões mundiais como convidados em cooperação com uma instituição-anfitriã da Alemanha. Com apoio do anfitrião, os bolsistas têm um ano para se concentrarem em seus objetos de estudo. A Bolsa Chanceler contempla várias áreas como Política, Economia, Mídia, Administração ou Cultura.

O projeto conta com o patrocínio da Chanceler da República Federal da Alemanha, possibilitando, assim, a oportunidade única aos bolsistas de apresentarem o resultado de seus projetos pessoalmente a Chanceler Alemã Angela Merkel.

Formação superior completa, fluência em inglês ou em alemão são alguns dos requisitos da bolsa. Outra exigência é a apresentação de uma carta de recomendação de um mentor para a pesquisa, que pode ser de instituição de ensino privada ou pública. A ajuda mensal para os aprovados varia entre 2.170 euros e 2.770 euros, dependendo das qualificações. Cursos adicionais de alemão, suporte para a família acompanhar o bolsista e as despesas com viagem estão previstos na bolsa. Todos os requisitos podem ser conferidos no site da Fundação Alexander von Humboldt.


Matéria original em: https://altairtavares.com.br/bolsa-de-estudos-de-ate-2-770-euros-mensais-na-alemanha-para-jovens-brasileiros/

Unesp abre 80 vagas em pós-graduação em medicina veterinária



A Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV), da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), Campus de Jaboticabal, lançou um novo edital com vagas em pós-graduação em medicina veterinária.

As oportunidades são para interessados em cursar mestrado ou doutorado na instituição.

Os selecionados vão começar a estudar no primeiro semestre de 2021. Serão até 80 vagas distribuídas da seguinte forma:

Área de Patologia Animal – Mestrado: até 10 (dez) vagas; Doutorado: até 10 (dez) vagas;
Área de Clínica Médica Veterinária – Mestrado: até 10 (dez) vagas; Doutorado: até 10 (dez) vagas;
Área de Medicina Veterinária Preventiva – Mestrado: até 10 (dez) vagas; Doutorado: até 10 (dez) vagas;
Área de Reprodução Animal – Mestrado: até 10 (dez) vagas; Doutorado: até 10 (dez) vagas

Inscrições para a pós-graduação em medicina veterinária da Unesp


Interessados poderão se inscrever a partir do dia 3 de agosto de 2020 até o dia 31 de agosto do mesmo ano pela internet. Durante a inscrição será necessário disponibilizar os seguintes documentos ou informações:

1     Inscrição on-line
2     Requerimento de Inscrição
3     Cadastro do Candidato e Fonte de Financiamento
4     Linha de pesquisa e área de interesse
5     Diploma Universitário ou Certificado de Conclusão do Curso Superior ou Declaração de Matrícula Ativa em Graduação de Instituição de Ensino Superior reconhecida pelo Ministério da Educação
6     Histórico Escolar da Graduação, incluindo reprovações se houver
7     Diploma ou Certificado de Conclusão ou Ata de Defesa do Mestrado ou Declaração de candidatos em fase de conclusão do mestrado* (usar esta declaração somente se não tiver nenhum documento que comprove ou ateste a Defesa de seu Mestrado)
8     Histórico Escolar do Mestrado
9     Cédula de identidade (obrigatoriamente RG) e RNE/RNM ou Passaporte para candidatos estrangeiros
10     CPF (Cadastro de Pessoa Física)
11     Título de Eleitor com comprovante(s) da última eleição ou Quitação Eleitoral
12     Reservista
13     Certidão de nascimento ou casamento
14     Currículo Lattes documentado (os documentos comprobatórios deverão ser numerados e anexados, em um único arquivo no formato PDF, a começar pelo Lattes, seguindo-se a ordem em que aparecem citados no Lattes, de modo a permitir a rápida localização e conferência da informação
15     Projeto de pesquisa sucinto, com no máximo 05 páginas, contendo fundamentação teórica, objetivos/hipóteses e metodologia (Mestrado e Doutorado).
16     Atestado da Instituição de origem liberando o candidato em tempo integral para a realização do curso, quando houver vínculo empregatício
17     Comprovante de pagamento da Taxa de Inscrição de acordo com Resolução Unesp nº 03 de 13-01-2012, no valor de R$ 73,00 (setenta e três reais), podendo sofrer alteração, via DEPÓSITO BANCÁRIO OU TRANSFERÊNCIA: Titular: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Banco: Banco do Brasil S.A., Agência: 6514-5, Conta Corrente: 5294-9. Não haverá, em hipótese alguma, devolução da importância paga seja qual for o motivo alegado
18     Uma foto recente

A seleção será feita por meio da análise do currículo e arguição do projeto de pesquisa e currículo. Além disso, será avaliada a apresentação de projeto de pesquisa sucinto à banca.

Datas da Análise de Currículo e Arguição: 


  •     Área de PATOLOGIA ANIMAL: Mestrado e Doutorado: Dia 05 e 06 de outubro de 2020 – a partir das 9h – Via videoconferência por Google Meet (convite e instruções detalhadas serão enviados por e-mail até 04/10, individualmente, a cada candidato).
  •     Área de CLÍNICA MÉDICA VETERINÁRIA: Mestrado e Doutorado: Dia 05 e 06 de outubro de 2020 – a partir das 9h – Via videoconferência por Google Meet (convite e instruções detalhadas serão enviados por e-mail até 04/10, individualmente, a cada candidato).
  •     Área de MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA: Mestrado e Doutorado: Dia 19 e 20 de outubro de 2020 – a partir das 9h – Via videoconferência por Google Meet (convite e instruções detalhadas serão enviados por e-mail até 18/10, individualmente, a cada candidato).
  •     Área de REPRODUÇÃO ANIMAL: Mestrado: Dia 15 e 16 de outubro de 2020 – a partir das 9h – Via videoconferência por Google Meet (convite e instruções detalhadas serão enviados por e-mail até 14/10, individualmente, a cada candidato).

Para mais informações acesse o edital ou entre em contato com a Unesp pelos telefones (16) 3209-7172 – 3209-7490 ou pelo e-mail: posgrad.fcav@unesp.br.

Matéria Original em: https://www.horabrasil.com.br/2020/08/01/unesp-pos-graduacao-medicina-veterinaria/

Editais para Mestrado e Doutorado em Agosto no Brasil

Novos editais de Mestrado para o mês de agosto

Segue a listagem atualizada com editais para mestrado e doutorado para informar a todos os que nos acompanham. Os interessados devem entrar em contato com as universidades citadas para mais informações e formas de se inscrever.

Deixaremos os links que encontramos para tais editais, procurando manter sempre atualizados os meios de contato com as universidades.

Segue a listagem de editais para mestrado deste mês de agosto.

Programas de Mestrado


Pós-Graduação em Engenharia de Produção e Sistemas (PPGEPS), da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Câmpus Pato Branco - Inscrições até 28 de agosto de 2020. - https://www.utfpr.edu.br/cursos/coordenacoes/stricto-sensu/ppgeps/ppgeps - Informações adicionais ppgeps-pb@utfpr.edu.br

Mestrado Interinstitucional em direito PUCRS/UNDB - Inscrições já estão abertas até 20 de agosto - http://undb.edu.br/mestradodireito

Mestrado em Engenharia Civil da UEM para aluno não regular - Prazo termina no dia 3 de agosto - http://www.pcv.uem.br/processo-seletivo

- Mestrado em Direito Internacional - PUC/RS e UNDB - Informações em http://www.pucrs.br/direito/programa-de-pos-graduacao-em-direito/

- Mestrado acadêmico em Sistemas Agroindustriais da UFCG - até 14 de agosto em https://sei.ufcg.edu.br/sei/publicacoes/controlador_publicacoes.php?acao=publicacao_visualizar&id_documento=1008159&id_orgao_publicacao=0 - https://prpg.ufcg.edu.br/editais/editais-stricto-sensu.html

- Mestrado em Engenharia de Alimentos da UFCG - até 4 de agosto - https://portal.ufcg.edu.br/ultimas-noticias/2130-mestrado-em-engenharia-de-alimentos-da-ufcg-inscreve-ate-4-de-agosto.html

Acompanhe sempre nossas informações atualizadas seguindo nosso blog Aluno Expert.

sábado, 1 de agosto de 2020

Metodologias utilizadas no desenvolvimento de um projeto pesquisa

Metodologia para projetos de pesquisa
Conheça as Metodologias de Pesquisa para trabalhos acadêmicos

As metodologias de pesquisa são diversificadas e dependem exclusivamente dos objetivos lançados pela pesquisa e apresentadas pelo seu projeto de pesquisa. A metodologia deve ser coerente com o que se pretende investigar e com o tipo de pesquisa que será desenvolvida.

No campo da investigação científica, uma pesquisa pode ser de abordagem quantitativa ou qualitativa, no entanto, uma não exclui a outra, pois, muitas vezes em uma pesquisa qualitativa, necessita-se de uma análise que pode ser numérica para explicar o problema posto e o objeto estudado. 

Há ainda as pesquisas cuja natureza são básicas e aquelas que podem ser aplicadas. 

Na pesquisa qualitativa, a depender dos objetivos, pode-se realizar pesquisa exploratória, descritiva ou explicativa do problema em questão.  


Procedimentos Metodológicos para pesquisas acadêmicas
Procedimentos Metodológicos para pesquisas acadêmicas
Ao definir tais ações, deve-se definir de modo coerente os procedimentos metodológicos que serão adotados, sendo os mais conhecidos: 

  • Pesquisa teórica; 
  • Pesquisa documental; 
  • Pesquisa de campo; 
  • Pesquisa experimental; 
  • Pesquisa bibliográfica; 
  • Estudo de caso; 
  • Pesquisa participante; 
  • Pesquisa ação; 
  • Pesquisa etnográfica; 

Em relação aos instrumentos de pesquisa a serem utilizados, também podem ser destacados: 

  • Caderno de campo; 
  • Entrevista (estruturada ou semi-estruturada) 
  • Análise de discurso; 
  • Questionário 
  • Formulário; 

Para definir o tipo de pesquisa, os procedimentos e as técnicas/instrumentos a serem utilizados, é necessário entender a função e a finalidade de cada um, pois, será a escolha desse caminho metodológico que determinará o êxito ou fracasso da pesquisa.  

Importante destacar que, a definição da metodologia de pesquisa depende de três eixos principais: a definição da amostragem, a forma de coleta de dados (instrumentos e procedimentos metodológicos que permitirão realizar essa coleta) e por fim, o modo de organização e análise de dados coletados. 

Você pode conhecer mais sobre metodologia em nosso site oficial AlunoExpert nos artigos:
  1. https://alunoexpert.com.br/tipos-e-exemplos-de-metodologia-de-pesquisa-para-tcc/
  2. https://alunoexpert.com.br/procedimentos-metodologicos/
  3. https://alunoexpert.com.br/fenomenologia-e-o-metodo-fenomenologico/
  4. https://alunoexpert.com.br/tecnicas-de-pesquisa-para-coleta-de-dados/
  5. https://alunoexpert.com.br/pesquisa-acao/
  6. https://alunoexpert.com.br/positivismo-e-metodo-positivista/
Esperamos que estes artigos lhe auxiliem a encontrar e desenvolver a metodologia de pesquisa para seu projeto acadêmico de pesquisa.